01Leitura e transformação na sua rede
O Agente do HorusETL roda na infraestrutura da sua empresa. Ele lê o banco de origem e executa os joins e os cálculos na memória do servidor onde está instalado. Para a plataforma, ele envia o resultado definido no Dataflow, com o recorte e a granularidade que você modelou. A base de origem continua no seu servidor e o ERP não fica exposto à internet. Além desse resultado, a plataforma recebe apenas informações da execução: log, quantidade de linhas e status.
Arquitetura do Agente
02Armazenamento no Brasil
Os dados gravados no HorusDW ficam no Brasil, no datacenter Equinix SP3, em Santana de Parnaíba (SP), operado pela Optidata e certificado ISO 27001, PCI DSS e SOC 2 Type II. O data warehouse não tem transferência internacional. Esse é o local de tratamento a informar no relatório de impacto (RIPD).
Infraestrutura
03Comunicação entre o Agente e a plataforma
O Agente inicia a conexão com a plataforma pela porta 443, em HTTPS. Não é preciso abrir porta de entrada no firewall da sua empresa nem liberar IP da Horus. Cada Agente usa um token próprio, criado no painel. Quando o token é revogado, a comunicação daquele Agente para imediatamente.
Segurança do Agente
04Permissões por linha e por coluna
A restrição por linha é aplicada pelo motor do data warehouse em todas as consultas do usuário. Ela vale no dashboard, no relatório do Explorer, no alerta enviado pelo WhatsApp, na resposta da IA, no arquivo exportado e na chamada de API. Exemplo: um gerente com acesso restrito à região Sul vê apenas os dados do Sul, inclusive na planilha que exporta. Colunas sensíveis podem ser ocultadas por usuário, e a tabela continua disponível para os demais.
Permissões: Restrições de Tabela
05Registro de operações
A plataforma mantém um log de auditoria das operações de criação, alteração, exclusão, publicação, execução, compartilhamento, bloqueio e restauração sobre usuários, grupos, tenants, tabelas, dataflows, credenciais, aplicações e alertas. Cada registro tem autor, data e resultado. Logins e ativações de segundo fator também são registrados. O administrador do tenant consulta a qualquer momento quem tem acesso a cada recurso.
Log de auditoria
06Escolha do provedor de IA
No painel de gestão, o administrador escolhe o modelo, o provedor e o país onde a consulta de IA é processada, dentro da lista da plataforma coberta pela franquia de tokens. Os modelos da lista mudam com o tempo. Só entram provedores que se comprometem a não treinar modelos com os seus dados, e o administrador pode restringir o uso aos provedores de retenção zero, que descartam o conteúdo da consulta depois de responder. A empresa também pode usar a própria conta na OpenAI, no Gemini ou no OpenRouter. Nesse caso, vale o contrato que ela tem com o provedor, e o consumo é faturado diretamente por ele.
Seleção de modelo, provedor e país no painel
07Exclusão e desligamento de usuários
Ao publicar uma nova versão, a anterior é arquivada. Itens excluídos ficam na lixeira por 90 dias e podem ser recuperados nesse período. Ao inativar um usuário, o acesso é revogado imediatamente, as sessões abertas são encerradas e o usuário é removido dos grupos e permissões.
Versionamento, lixeira e desligamento
08Proteção do acesso
O administrador pode exigir segundo fator de autenticação (2FA) de todos os usuários da empresa, por aplicativo autenticador ou por e-mail. A plataforma limita o número de tentativas de login, de recuperação de senha e de código. As sessões expiram automaticamente. O administrador vê as sessões abertas de cada usuário e pode encerrá-las.
Autenticação de dois fatores e sessões
09Responsabilidades da sua empresa e da Horus
Pela LGPD, a sua empresa é a controladora dos dados: ela decide quais dados entram na plataforma, quem pode acessá-los e por quanto tempo ficam lá. A Horus é a operadora: trata os dados conforme essas decisões e é responsável por separar os dados de cada cliente, proteger o acesso à plataforma e registrar as operações. Um usuário sempre consegue copiar os dados que tem permissão para ver. Por isso, cada usuário deve receber acesso só às aplicações, linhas e colunas de que precisa. Quem configura essas permissões é o administrador da sua empresa.
Segurança e Privacidade na documentação
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